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FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE  DIOCESE DE RIO BRANCO

A Diocese de Rio Branco, por meio do Conselho Gestor do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS), torna público o EDITAL FDS R$ 16.131,23 (Dezesseis mil cento e trinta e um reais e vinte e três centavos), promovendo a abertura de inscrições para projetos sociais alinhados ao tema da Campanha da Fraternidade 2026: "FRATERNIDADE E MORADIA", cujo lema inspirador é: "Ele veio morar entre nós" (João 1,14).

O período de inscrição ocorrerá de 22/07/2026 a 24/08/2026. O Fundo Diocesano de Solidariedade é o resultado da Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade no Domingo de Ramos, marcado para 29/03/2026. Dos recursos arrecadados na Diocese de Rio Branco, 60% serão destinados ao FDS, e os demais 40% ao Fundo Nacional de Solidariedade (FNS).

 O Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) tem como propósito principal apoiar projetos que combatam a exclusão social e contribuam para a redução das desigualdades sociais, garantindo a aplicação em iniciativas que concretizem os objetivos específicos da Campanha da Fraternidade anual.

A vivência da Campanha da Fraternidade não se limita apenas ao período da Quaresma, ao contrário, se estende ao longo do ano, visando promover uma conversão pessoal, comunitária, eclesial e sociopolítica, fundamentada nos princípios da justiça e do amor, pilares centrais do Evangelho. Seus objetivos permanentes abrangem o despertar do espírito comunitário e cristão, comprometendo-se com o bem comum, além de educar para a vida em fraternidade, pautada na justiça e no amor; renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização e promoção humana, visando uma sociedade justa e solidária. A Campanha da Fraternidade 2026, com o tema "Fraternidade e Moradia", traz à tona a questão da moradia, como uma reflexão social das mais graves do contexto mundial.

Muitos são os excluídos que, à margem da sociedade, não encontram um ambiente de vida digna e sustentável. A falta de habitação é um grave problema, sinal das desigualdades econômicas, sociais, culturais e humanas.

“A moradia digna, mesmo sendo um direito humano previsto no Sistema das Nações Unidas e no Art. 6° da Constituição Federal, permanece inacessível para grande parte da população brasileira. Os movimentos populares defendem que a moradia é a porta de entrada para todos os demais direitos, dada a sua centralidade na vida de uma família.” (Texto-base Campanha da Fraternidade 2026, p. 24). 

 
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